O privilégio de pastorear a igreja de Deus

Hoje tenho a honra e a responsabilidade de escrever o primeiro editorial dominical de meu ministério aqui na histórica e abençoada Primeira Igreja Presbiteriana de Vitória. Igreja constituída e sustentada […]

Hoje tenho a honra e a responsabilidade de escrever o primeiro editorial dominical de meu ministério aqui na histórica e abençoada Primeira Igreja Presbiteriana de Vitória. Igreja constituída e sustentada pelo Senhor, que com zelo e determinação segue abnegadamente a Cristo Jesus, seu Cabeça e Rei. Em tão sublime oportunidade gostaria de apresentar algumas convicções quanto à forma de exercer o ministério pastoral, creio ser necessária a presente exposição para que você possa saber como pretendo pautar minha conduta durante todo o tempo em que o Senhor for servido em me conservar pastoreando seus eleitos e amados filhos que aqui congregam.

Também preciso esclarecer que os pontos que serão apresentados a seguir não foram por mim inventados, antes estão presentes na Bíblia, nossa única, suficiente, inerrante e inspirada regra de fé e prática. Observando o texto de Atos 20.17-38, identificamos diversos princípios, sendo que destaco os seguintes:

1. O pastor é servo do Senhor (At 20.19) – Como servo estou consciente que é meu dever cuidar diligentemente de cada ovelha, independente de sua faixa etária, grau de escolaridade, condição econômica ou mesmo do tratamento que dela receber. Minha motivação primeira para o exercício do serviço é o Senhor a quem pertenço e a quem terei de prestar contas.

2. O pastor á arauto do Senhor (At 20.20) – Como mensageiro não pretendo ser original inventando novidades para atrair sua atenção, minha aspiração é ser fiel na transmissão da mensagem que me foi confiada. Ensinar só o que for proveitoso, tanto publicamente como também de casa em casa. Oro ao Senhor, suplicando sua graça para jamais “escolher” mensagens, antes por ele capacitado diariamente anunciar todo seu designo.

3. O pastor é sentinela do Senhor (At 20.21) – Os inimigos da igreja estão sempre à espreita buscando oportunidade para causar estrago, confusão, desvio doutrinário e dor ao povo de Deus. Como sentinela minha função é informar do perigo que se aproxima e sustentado por Deus envidar todos os esforços para proteger o rebanho.

Nosso sistema de governo é conciliar e a igreja é governada pelo conselho, que é composto de presbíteros docentes e regentes. Tenho recebido do conselho atenção, cuidado, carinho e apoio, o que muito tem ajudado em tão delicada fase de tantas mudanças. Seguindo o ensinamento Bíblico de que devemos nos esforçar na preservação da paz (Rm 12.18; Hb 12.14; 1Pe 3.11), desejo que meu relacionamento com todos os presbíteros (docente e regente) seja caracterizado por lealdade, sinceridade, altruísmo, longos períodos de oração em favor da igreja e da sociedade em geral (At 20.36) e profunda amizade (At 20.37).

Seguindo sempre a verdade em amor (Ef 4.15), espero sinceramente ser uma benção na vida de sua família, tenho suplicado a Deus seu imerecido favor para que possa bem cumprir a gloriosa tarefa que me foi confiada.

“Seja Deus gracioso para conosco e nos abençoe”.

Rev. Jailto Lima do Nascimento

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