Restaurando o fervor espiritual

Com alegria rendemos graças a Deus por tão precioso e abençoado Retiro Espiritual. Foi um tempo de crescimento na graça e no conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo. Tempo onde […]

Com alegria rendemos graças a Deus por tão precioso e abençoado Retiro Espiritual. Foi um tempo de crescimento na graça e no conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo. Tempo onde foi possível fazer novas amizades e consolidar as já existentes. Tempo de lazer e de restauração das forças físicas.

Com mais de 220 inscritos, tudo transcorreu em um ambiente de harmonia e pleno entrosamento. Os grupos trabalharam de forma a atender criteriosamente às necessidades dos participantes, e com esmero e criatividade superaram nossas expectativas.

O tema que foi aprovado pelo conselho para nortear todas as palestras é da mais alta relevância, e aponta para a dinâmica que devemos empreender em todos os nossos departamentos e atividades.

O reconhecimento quanto a necessidade de restauração, demonstra insatisfação com o quadro então vigente e acertada humildade. Os soberbos jamais cogitam a possibilidade de estarem errados ou aquém do esperado e extremamente seguros de si tornam-se repugnantes diante de Deus, que resiste a eles, porém aos humildes concede graça e glória. (O temor do SENHOR consiste em aborrecer o mal; a soberba, a arrogância, o mau caminho e a boca perversa, eu os aborreço. – Pv 8.13) e (A soberba do homem o abaterá, mas o humilde de espírito obterá honra. – Pv 29.23).

Dentre as muitas questões importantes que merecem nossa atenção e acurada reflexão, certamente nosso relacionamento com Deus a todas precede. Não podemos desprezar o ensino bíblico quanto a total primazia do reino de Deus em nosso viver diário (buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. – Mt 6.33). As oito palestras apresentadas pelos pastores (Rev. Hernandes, Rev. Jailto e Rev. Marcus), destacaram diversas questões relacionadas ao tema central: RESTAURANDO O FERVOR ESPIRITUAL, tais como:

A SOBERANIA DE DEUS – Nós não temos a menor condição de criar um despertamento espiritual ou agendar o agir gracioso do Senhor em favor de seu povo amado, antes é prerrogativa exclusiva de Deus avivar a sua obra (o qual é fiel àquele que o constituiu, como também o era Moisés em toda a casa de Deus. – Hc 3.2) e (Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu Deus além de ti, que trabalha para aquele que nele espera. – Is 64.4).

A RESPONSABILIDADE HUMANA – É dever de todo cristão suplicar a Deus sua misericórdia, orar com intensidade e perseverança por uma vida mais santa, caracterizada por uma profunda e deleitosa comunhão com o Senhor (Então, me invocareis, passareis a orar a mim, e eu vos ouvirei. 13 Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração. Serei achado de vós, diz o SENHOR, e farei mudar a vossa sorte; congregar-vos-ei de todas as nações e de todos os lugares para onde vos lancei, diz o SENHOR, e tornarei a trazer-vos ao lugar donde vos mandei para o exílio. – Jr 29.12-14) e (Invoca-me, e te responderei; anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas, que não sabes. – Jr 33.3).

A NECESSIDADE DE REJEIÇÃO DO PECADO – Deus é santo e se opõe tenazmente ao pecado, ninguém que realmente almeja sentir mais de sua doce e suave presença pode abrigar, tolerar ou “brincar” com tão terrível mal. Pecado é algo completamente oposto a santificação e não há a mais remota possibilidade de conciliação entre ambos, portanto quem almeja vida espiritual abundante deve afastar-se de tudo que desagrada a Deus (Como filhos da obediência, não vos amoldeis às paixões que tínheis anteriormente na vossa ignorância; pelo contrário, segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento, porque escrito está: Sede santos, porque eu sou santo. – I Pe 1.14-16) e (Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor, – Hb 12.14).

A CENTRALIDADE DAS ESCRITURAS – A Bíblia é a inspirada, suficiente e autoritativa palavra de Deus, portanto nossa única regra de fé e prática. Nossas convicções e ações devem ter o respaldo das Escrituras. Um fervor espiritual divorciado do ensino bíblico torna-se misticismo estéril e desagregador (Jesus, porém, respondeu: Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus. – Mt 4.4), (Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade. – Jo 17.17), (Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra. – 2 Tm 3.16-17).

A IMPORTÂNCIA DA COMUNHÃO DOS SANTOS – Quem almeja uma vida espiritual dinâmica, exuberante e relevante não pode desprezar as atividades da igreja local. É na participação dos cultos e demais atividades que exercemos nossos dons e talentos, edificamos e somos edificados, consolamos e somos consolados, amamos e somos amados, como num braseiro aquecemos e somos aquecidos (Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos! – Sl 133.1) e (Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras. Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima. – Hb 10.24-25).

Em resposta ao ensino ministrado, alguns irmãos assumiram o compromisso de diariamente orar por uma vida mais consagrada ao serviço do Senhor. Espero que você faça parte do grupo, se ainda não, venha hoje mesmo juntar-se a nós.

“…Santificai-vos, porque amanhã o SENHOR fará maravilhas no meio de vós.” Josué 3.5

Rev. Jailto Lima do Nascimento

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